Terminal Guadalupe, o diário.
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Segunda-feira, Maio 30, 2005



E O RIO PARAGUAI LÁ ATRÁS...


No murinho da Avenida Gal. Rondon, o quarteto se arruma para a entrevista.

O nosso novo site entra no ar dentro de poucos dias. Será algo simples, mas eficiente. Tanto que nós mesmos vamos administrar o conteúdo e editar as coisas. Na seção de vídeos, devemos disponibilizar muito material inédito. Por exemplo: a entrevista que a banda concedeu à TVE Regional, emissora pública de Mato Grosso do Sul. Na foto acima, o repórter Alessandro Spengler dá uma passada no texto antes de começar a gravação. Aguardem.



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Quinta-feira, Maio 26, 2005



"O BÊBADO DE ULLYSSES" É HIT POLIFÔNICO


Rafael Wasmann se infiltrou no meio do público para tirar esta foto em Corumbá (MS).

A operadora de telefonia celular Claro disponibilizou a canção "O bêbado de Ullysses" para tocar no seu aparelho - desde que você seja cliente da companhia, lógico. Lógico, não, claro. Para baixar a canção, que ajudou o Terminal Guadalupe a ser selecionado entre mais de 2.300 bandas inscritas no festival Claro Q É Rock, basta acessar o portal da operadora do próprio celular e seguir os seguintes passos: hits, hits polifônicos, claro q é rock, seletivas, floripa, o bêbado. Simples, não? O melhor de tudo é que é de graça! Vá lá e atenda o telefone ao som de "Looooove, Looooove...".

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O ESTADO DO PARANÁ TAMBÉM PUBLICOU...


Um salto na Praça Generoso Ponce, por Rafael Wasmann.

Banda curitibana é aplaudida em Corumbá
Os músicos ficaram emocionados com a acolhida.

Redação/O Estado do Paraná [26/05/2005]

Corumbá (MS) - A banda curitibana Terminal Guadalupe foi calorosamente aplaudida por cerca de 5 mil pessoas, ontem, na terceira noite do Festival América do Sul. O grupo tocou ao ar livre, na Praça Generoso Ponce, e o público assistiu à apresentação de 50 minutos em pé. "Foi fantástico, nunca recebemos tanto carinho assim", resumiu o guitarrista do TG, Allan Yokohama. O show em Corumbá, cidade que fica na fronteira com a Bolívia, marcou o lançamento nacional do álbum Vc vai perder o chão. O Terminal Guadalupe é a primeira banda de rock do Brasil a gravar no formato SMD (Semi-Metalic Disc), que reduz os custos de produção em até 80%. O disco vem encartado numa revista que conta a história da banda e é vendido por apenas R$ 5,00. O TG apresentou canções dos três discos - todos independentes - que a banda lançou até agora. Grande parte do público cantou junto Esquimó por Acidente, a primeira música de trabalho do novo álbum, que é executada nas emissoras de rádio de Corumbá desde o mês passado. "Eu quase não acreditei quando ouvi o coro da platéia, fiquei surpreso", admitiu o baixista Rubens K. Duas novidades foram incluídas no repertório: Que saudade de você, cover de Odair José, e Mármore Gelado, música inédita e sucesso local da extinta banda Carestia em Ascensão, da qual o vocalista Dary Jr. fez parte no final dos anos 80. "Foi uma homenagem à minha geração, formada por muita gente talentosa que tomou outro caminho na vida", justificou. Mármore Gelado foi o grande momento do show, considerado um dos mais empolgantes do festival. Dary desceu do palco, cantou a música no meio do público e até participou de uma roda de pogo.

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DEU NO DIÁRIO CATARINENSE...


Despedida em Corumbá, por Rafael Wasmann.

Terminal Guadalupe mostra novas composições

Rafaela Giordano
Enviada Especial a Corumbá

A Terminal Guadalupe lançou seu terceiro disco com tecnologia nova durante o Festival América do Sul, em Corumbá. Em abril, a banda curitibana esteve em Florianópolis, onde tocou no concurso Claro Q É Rock.

Quando esteve na Capital, a Terminal Guadalupe estava concluindo Vc Vai Perder o Chão, disco gravado em um novo formato, o SMD (semi-metalic disc), que reduz os custos de produção em até 80% - a TG foi a primeira banda de rock a gravar nesse formato.

Composto por 11 faixas, o novo álbum vem encartado em uma revista com a história e evolução da banda, as letras das músicas e algumas informações sobre elas. Tudo isso por apenas R$ 5 - se for apenas o disco, R$ 4. O preço inclusive está impresso na capa do CD, para evitar alterações na proposta de vender discos por um preço acessível e evitar assim a pirataria.

A distribuição por enquanto está sendo feita em shows e pelos integrantes da banda, mas o objetivo é produzir 20 mil cópias para que o material passe a ser vendido em bancas. O TG define sua música como "pop de garagem" - em uma explicação dada pela própria banda: algo que tem melodia, mas nem sempre refrão; tem microfonia, mas sem ser gratuita; tem guitarra distorcida, mas não o tempo todo.

- É rock nacional dos anos 80, com música alternativa dos anos 90, mais punk, grunge e algumas esquisitices - explica o vocalista Dary Jr., nascido em Corumbá.

O resultado dessa combinação foi muito bem-recebido pelo público que assistiu à apresentação no Festival. Houve até correria para ver quem conseguia ganhar os CDs distribuídos ao final do show.



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Terça-feira, Maio 24, 2005



EM PÉ, MULTIDÃO APLAUDE TERMINAL GUADALUPE EM CORUMBÁ


Após o show, seguranças (dir.) contêm fãs que tentam invadir o palco.

Corumbá (MS) - A banda curitibana Terminal Guadalupe foi calorosamente aplaudida por cerca de 5 mil pessoas, ontem (23), na terceira noite do Festival América do Sul. O grupo tocou ao ar livre, na Praça Generoso Ponce, e o público assistiu à apresentação de 50 minutos em pé. "Foi fantástico, nunca recebemos tanto carinho assim", resumiu o guitarrista do TG, Allan Yokohama.

O show em Corumbá, cidade que fica na fronteira com a Bolívia, marcou o lançamento nacional do álbum "Vc vai perder o chão". O Terminal Guadalupe é a primeira banda de rock do Brasil a gravar no formato SMD (Semi-Metalic Disc), que reduz os custos de produção em até 80%. O disco vem encartado numa revista que conta a história da banda e é vendido por apenas R$ 5,00.

O TG apresentou canções dos três discos - todos independentes - que a banda lançou até agora. Grande parte do público cantou junto "Esquimó por Acidente", a primeira música de trabalho do novo álbum, que é executada nas emissoras de rádio de Corumbá desde o mês passado. "Eu quase não acreditei quando ouvi o coro da platéia, fiquei surpreso", admitiu o baixista Rubens K.

Duas novidades foram incluídas no repertório: "Que saudade de você", cover de Odair José, e "Mármore Gelado", música inédita e sucesso local da extinta banda Carestia em Ascensão, da qual o vocalista Dary Jr. fez parte no final dos anos 80. "Foi uma homenagem à minha geração, formada por muita gente talentosa que tomou outro caminho na vida", justificou.

"Mármore Gelado" foi o grande momento do show, considerado um dos mais empolgantes do festival. Dary desceu do palco, cantou a música no meio do público e até participou de uma roda de pogo. Na multidão, reconheceu dois antigos amigos, Marcello Galharte e Fábio André, que fizeram parte da banda corumbaense Perestroika, e cantou o final da canção com eles. Do palco, o baterista Fabiano Ferronato assistiu a tudo arrepiado. "Isso é comunhão com a platéia", disse.

Encerrada a apresentação, os integrantes do Terminal Guadalupe lançaram algumas cópias do novo disco para o público. Os seguranças tiveram trabalho para conter parte da multidão, que queria invadir o palco. No camarim, o grupo ficou uma hora atendendo aos fãs em busca de autógrafos. "Sei que muito desse assédio se deve ao fato de eu ter nascido aqui e, de certa forma, representar a cidade, mas não diminui o que a banda está fazendo", analisou Dary.

Este foi o segundo show importante do TG em pouco mais de um mês. Em abril, a banda abriu a apresentação do grupo inglês Placebo em Florianópolis (SC). Lá, o quarteto curitibano tocou depois de passar numa peneira de mais de 2.300 grupos inscritos no festival Claro Q É Rock. Restaram 40 bandas. O TG não venceu a seletiva catarinense, que dava R$ 15 mil em equipamentos à banda ganhadora, mas colheu a boa repercussão, confirmada pelo convite para o Festival América do Sul, junto com Pato Fu, Barão Vermelho, João Bosco, Ney Matogrosso e Pedro Luís & A Parede.

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RAPAZES TEMPO BOM


Allan, Fabiano, eu e Rubens no início do show em Corumbá.


Cerca de 5 mil pessoas assistiram à apresentação - teve até pogo!


A banda lançou o disco novo, "Vc vai perder o chão", no festival.


Muito emocionado, levei o vocal na garra para chegar ao fim.


Este era o palco montado na Praça Generoso Ponce.


Na última música, cantei com dois amigos, Marcello e Fábio André, no meio do público.


Abraçados e felizes, agradecemos o carinho da platéia.

As fotos são de Maurício Alves. Às 19:30, horário de Brasília, acesse www.tveregional.com.br e veja a reportagem sobre a banda, feita durante a passagem de som. Um grande abraço a todos. E não se esqueçam: 9 de junho, no Alice Bar, Poléxia e Terminal Guadalupe.

OBS.: Rodrigo, Dudu, Rapha e Tieta: boa sorte em São Paulo. Estamos torcendo por vocês.

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"ELES" É QUE NUNCA SERÃO O QUE SOMOS

Do jornalista Marcelo Fernandes, um trecho do que foi o show.

"(...) e o público, que começou a assistir ao show ainda tímido, esperando conhecer o estilo da banda, foi conquistado pela microfonia proposital cheia de referências ao rock nacional da década de 80; punk e grunge. O grande número de jovens ouviu os hits 'O Bêbado de Ullysses' e 'Esquimó por Acidente', que já são executados em rádios de Corumbá. Conheceu a canção '525 Linhas', que trata da influência da televisão sobre a sociedade moderna e viu uma homenagem do vocalista corumbaense aos amigos da cidade. Dary Jr. deixou o palco para cantar 'Mármore Gelado' em meio ao público. A música, classificada como 'hino de uma geração' e que integrou o repertório de uma banda de sua juventude, encerrou a estréia do TG em solo pantaneiro."

Confira mais em www.corumbaonline.com.br, onde também há algumas fotos.



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Domingo, Maio 22, 2005



INACREDITAVELMENTE FRIO

Parece que trouxemos o clima típico de curitiba para cá: a temperatura média em Corumbá (MS) oscila entre 15 e 20 graus desde que chegamos. Foram quatro decolagens e seis horas de avião até aterrissar aqui, mas tudo em paz. A cidade ferve com o Festival América do Sul. Vamos dar um passeio agora e ensaiar mais tarde. À noite, vamos quebrar a cabeça para decidir em qual show iremos. Um grande abraço a todos.



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Sábado, Maio 21, 2005



RUMO A CORUMBÁ


O quarteto brinca de "amasse o japonês e o polaco".

Neste sábado, ao entardecer, vamos embarcar para Corumbá (MS). É um show emblemático - para a banda e para mim. Para o grupo, porque teremos todas as condições para trabalhar com prazer: cachê digníssimo, transporte aéreo, hotel confortável, alimentação, palco grande, som de qualidade. Para mim, porque estarei de volta à terra onde nasci do jeito que sempre sonhei. Vou me realizar plenamente durante esta apresentação. Eu diria que será um renascimento.

Reservamos duas surpresas para o show. Músicas novas, nunca tocadas em público. Uma delas era o hino da minha turma (nos anos 80). Não, não é um clássico da Legião Urbana ou da Plebe Rude: é de uma banda de Corumbá mesmo, chamada Carestia em Ascensão. Será emocionante tocar a canção porque já soube que quase todos os ex-integrantes da CeA estarão lá. Enfim, prometo que contarei tudo o que rolar na terrinha. Fiquem com Deus. A gente volta daqui a uma semana.

Ah, estão tão envolvido com o Festival América do Sul que quase esqueci de dizer: a primeira tiragem do disco ficou pronta. São 2 mil cópias. Chegam neste sábado. Em Curitiba, a venda começa em junho. Reserve já a sua cópia. A revista com o SMD (toca em qualquer aparelho de CD) custa só R$ 5,00.



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Segunda-feira, Maio 16, 2005



BAIXEM À VONTADE


O olhar "daltônico" de Fernando Souza sobre o TG

Prometi e não cumpri. Lembram-se de que eu estava todo feliz com o número de downloads dos nossos mp3 na página oficial? Pois é, dá um baita trabalho compilar todos os dados e a senha do administrador vive mudando. O sistema da Trama Virtual é mais fácil de operar e controlar. De lá vêm notícias boas. Em três semanas, as músicas do primeiro e do segundo discos totalizam 393 downloads. Duas canções do disco novo, "Esquimó por Acidente" e "O bêbado de Ullysses", são baixadas, em média, três vezes por dia. Estamos na finalização dos detalhes da nova página do Terminal Guadalupe, que vai disponibilizar o novo álbum, "Vc vai perder o chão", na íntegra, zipado e com faixas separadas. A última: vamos embarcar no sábado para Corumbá (MS). Nosso show no Festival América do Sul é na próxima segunda-feira, dia 23, às 23 horas, na Praça Generoso Ponce.



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Quarta-feira, Maio 11, 2005



A PRATA QUE VALE OURO


Dudu (esq.), eu, Raphael, Juninho e Rodrigo: os poléxios ajudaram a criar o TG.

Sim, como eu previa, a Poléxia saiu vitoriosa do Prêmio Claro de Música Independente. A banda formada por Rodrigo Lemos, Eduardo Cirino, Raphael Santos e Juninho Jr. ficou em segundo lugar na categoria "Melhor Álbum de Indie-Rock". Eu sou fã da Poléxia, todo mundo sabe disso. Já era antes de eles me ajudarem a criar o Terminal Guadalupe - para quem não sabe, a primeira formação do TG reunia os poléxios mais este vocalista esforçado.

É preciso dizer algumas coisas: "O Avesso" foi produzido pela própria banda; o disco é independente; a única estrutura de apoio que a banda tem é formada por parentes e amigos. Mesmo assim, a Poléxia leva público a suas apresentações pela cidade e acostumou-se a ouvir as letras das músicas reverberarem na platéia, que canta tudo de cor. Cada show é uma nova comunhão da galera do bem.

Não quero tirar o mérito do Wonkavision, vencedor na categoria, um grupo fantástico de Porto Alegre (RS), mas a "prata" da Poléxia tem um significado imenso. O Wonkavision é uma banda formada há mais tempo, teve o álbum produzido pelo genial John Ulhôa (guitarrista, vocalista e usina de idéias do Pato Fu) e lançado pelo selo Orbeat, do grupo RBS, que tem uma rede de emissoras de rádio (que funciona em rede nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina) e televisão afiliadas à Rede Globo.

Sim, o Wonkavision trabalhou muito para chegar aonde está e merece o prêmio, até porque as canções são maravilhosas. No entanto, para os meninos da Poléxia, que estão chegando agora, na raça, na coragem, dando a cara para bater, e são de um lugar sem tradição na música brasileira, é como ter atingido o ponto mais alto do pódio. Eles merecem. E eu os celebro por isso. Parabéns, Poléxia. Parabéns a todos que os ajudam. Vocês constróem. A nossa hora está chegando.



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Terça-feira, Maio 10, 2005



O DRAMATURGO SE MANIFESTA



Do blog de Mário Bortolotto (foto):

"Entendam que quando falamos de 'Terminal Guadalupe', estamos falando de música pop. De boa música pop. Música pop capaz de fazer sucesso em rádio e não deixar os amigos com vergonha. As letras são boas, muito acima da média do que se ouve por aí ("se você quiser me amar/vai ter de atirar primeiro/e perguntar depois/a arma tá debaixo do travesseiro/e uma bala dá para nós dois"). Os instrumentistas são de primeira. A lenda Rubens K no baixo e o ótimo baterista Fabiano Ferronato mantém a cozinha com os pratos empilhados no lugar certo. O guitarrista Allan Yokohama é econômico e preciso. E o vocalista Dary Jr. tem um vocal limpo e seguro. Os caras estão com um CD muito bem produzido e com músicas potencialmente prontas pra tocar no rádio. Desse CD dá pra destacar pelo menos quatro ótimas músicas de trabalho (O bêbado de Ullysses, Esquimó por acidente, Lorena foi embora, O Peso do mundo). O que dizer mais dessa banda? Que é bom de ouvir. Bom mesmo. Que se eu tivesse uma grana, bancava os caras e ganhava muito dinheiro com eles. Que eu acho que tem tudo pra emplacar. Que eu tô torcendo por eles. 'Terminal Guadalupe' é o antídoto pop mais que necessário para todo o veneno que toca por aí."

A versão completa do comentário do respeitadíssimo ator, diretor e autor teatral está em http://atirenodramaturgo.zip.net/, onde ele também fala - bem - sobre OAEOZ, Iris e Justine (RS). Confira.



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Segunda-feira, Maio 09, 2005



UMA VEZ POR MÊS


Francis Yokohama, primo de você sabe quem, é o autor da foto.

E foi assim: quebramos tudo! Eh, eh, eh. Gostamos muito do show na Associação dos Servidores da Previdência Social. O pessoal da ONG Situação demonstrou, mais uma vez, que é organizado e dá sentido prático à velha utopia de boteco (unir bandas, movimentar as cenas, criar fatos culturais). Não havia muita gente, é verdade, mas o público era interessado - cerca de 100 pessoas.É é por aí que coisa começa a andar.

Glerm (ex-Boi Mamão) abriu a noite com uma palestra high-tech. Em linguagem simples, ele falou sobre as iniciativas em curso para democratizar as novas tecnologias, inclusive para gravação e edição de áudio. Em seguida, a Nambrena apresentou sua mistura vigorosa de samba, new-metal e groove. Os meninos estão bem ensaiados e são gente boa. Vale a pena conferir o som.

Nós tocamos depois. O show ia bem até eu cismar que minha voz estava sumindo e sentir falta de retorno. Parecia um pesadelo. Sorte que em "Língua dos Cachorros eu soltei a voz e destravei a garganta. A quebradeira prosseguiu até o fim, quando Allan e Rubens se jogaram no chão. Sim, eles sobreviveram. Ah, Fabiano tocou com tanto gás que os dedos sangraram. Ou seja: entrega total.

Só peguei o início da apresentação das Criaturas - tive de sair rápido porque soube que meu afilhado adoecera. Para quem não sabe, o quarteto faz um som bem anos 60, com melodias pegajosas e guitarradas. "Bianca" é uma canção que tem tudo para tocar no rádio. Enfim, foi uma noite muito legal. André, Rafael, João, Guspy, Isabela e todo o pessoal da Situação está de parabéns. Aos amigos que compareceram, aquele abraço. Que venham outros eventos!



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Terça-feira, Maio 03, 2005



TG NA FESTA DA SITUAÇÃO



A próxima edição da festa "Uma vez por mês", da ONG Situação, será realizada no próximo domingo, 8 de maio, em Curitiba. O evento começa às 15 horas, na Associação dos Servidores da Previdência Social - fica na rua entre o supermercado Big (Torres) e o Centro de Convenções da Fiep. Haverá exibição de clipes de bandas curitibanas, palestra sobre software livre ("A cultura do software livre e seu papel na produção multimídia") por Glerm Soares e shows com as bandas Nambrena, Terminal Guadalupe e Criaturas. A entrada custa R$ 5,00 e quem levar um quilo de alimento concorre a brindes. Não perca. É o primeiro show do TG após a apresentação no Claro Q É Rock, quando abrimos (?) para o Placebo. Depois, o TG só volta a tocar no Festival América do Sul, em Corumbá (MS), dia 23 de maio, como registrou o jornal Gazeta do Povo na edição de hoje - obrigado, Rudney.

Abraços e até domingo!


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TERMINAL GUADALUPE É ATRAÇÃO EM FESTIVAL INTERNACIONAL

A banda curitibana Terminal Guadalupe está na seleção brasileira do Festival América do Sul (FAS) 2005. O evento acontece de 21 a 28 de maio, em Corumbá (MS), fronteira com a Bolívia. No total, 300 atrações de 10 países sul-americanos (Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai, Argentina, Uruguai, Venezuela, Peru, Equador e Colômbia) estarão lá.

Os shows musicais acontecerão no pavilhão do Porto Geral e na praça Generoso Ponce. Entre os artistas brasileiros também estão confirmados Ney Matogrosso e Pedro Luís & A Parede, Pato Fu, Vítor Ramil, Dominguinhos, João Bosco, Martinho da Vila, Renato Teixeira, Leci Brandão e Barão Vermelho.

Em abril, o Terminal Guadalupe se apresentou no Claro Q É Rock e abriu o show do grupo inglês Placebo em Florianópolis (SC). A banda curitibana tocou no festival depois de ser selecionada numa peneira com mais de 2,3 mil grupos inscritos. Agora, vai representar a música paranaense em outro evento que reúne atrações internacionais, mas com artistas brasileiros consagrados.

O TG é formado por Allan Yokohama (guitarra e voz), Dary Jr. (voz e guitarra), Fabiano Ferronato (bateria) e Rubens K (baixo), Em pouco mais de dois anos, já lançou dois discos independentes e prepara a vinda do próximo, "Vc vai perder o chão".

Em Corumbá, é certa a presença do Grupo de Tango El Caburé (Argentina), Alberto de Luque (Paraguai), Dante Ledesma (Argentina), Ivan Romero e Marcela Vespasiano (Campeões Mundiais de Tango), Susana Baca (Peru), Liliana Herrero (Argentina), Hugo Ferreira & Willy Suchar Cuarteto (Paraguai / Argentina) e Pedro Aznar (Argentina).

Seis personalidades do continente sul-americano serão homenageadas durante o evento são elas: Fernando Solanas (Argentina), Alberto de Luque (Paraguai), Gabriel Garcia Márquez (Colômbia), Gabriela Mistral - em memória (Chile), Simón Bolivar - em memória (Venezuela) e Lídia Baís - em memória (Brasil).

Cinema, literatura e artes plásticas

A segunda edição do Festival América do Sul ainda exibirá 54 títulos de cinema e vídeo - 12 longas-metragens representam a produção de oito países. Nas Artes Cênicas, se apresentarão o Grupo Galpão, Companhia Quasar de Dança, Caucuriá de Dona Teté, Tambor de Crioula do Mestre Felipe, Los Musicos (manifestação folclórica da Venezuela) e Caporales (manifestação folclórica da Bolívia).

A literatura contará com a presença do escritor Ignácio de Loyola Brandão. Este ano, sete artistas plásticos integrarão a mostra do Festival: Lídia Baís (Brasil), em memória; Fernando José Suárez (Argentina); o boliviano Gastón Ugalde; Pavel Égüez (Equador); Gustavo Nakle (Uruguai); Juan Britos (Paraguai) e Jesús Ruiz Durand (Peru).

Novidades

O evento trará novidades como o "Quebra-Torto com Letras", um espaço para o lançamento de livros, debates e performances de leitura, precedido por um café da manhã pantaneiro, o tradicional Quebra-Torto. Já o "Quarup" será um espaço alternativo, a partir da zero hora, para a apresentação de bandas universitárias. Haverá, ainda, o "Alojamento Sul-Americano", local alternativo para abrigar aproximadamente 300 pessoas, no Ginásio Riachuelo, por R$ 15,00. Haverá, ainda, a "Feira Corumbá - Música e Comidas Típicas", para degustação da gastronomia local e apresentação de 12 grupos musicais corumbaenses.



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Segunda-feira, Maio 02, 2005



TG NA MÍDIA E NO PALCO


O quarteto no local homônimo, por Thiago Berardi.

Fim de semana produtivo para o Terminal Guadalupe, pelo menos na mídia. Começou no sábado. Em Florianópolis (SC), a banda foi um dos destaques do programa Patrola, exibido pela RBS TV, emissora afiliada da Rede Globo. Mostraram trechos da apresentação no Claro Q É Rock e entrevistas comigo e com o Rubens, sempre conduzidas para o nosso lado bem-humorado. No domingo, quase à meia-noite, foi ao ar a participação do grupo no programa "Geração Pedreira", da 96 Rádio Rock - em Curitiba, olha só que curioso! Um abraço à equipe catarinense do Patrola (faltou incluir a Liss, hein?) e à Mariele Loyola, batalhadora do rock curitibano. Domingo que vem tem show do TG. Anote aí.

O que: Festa "Uma vez por mês" (Situação)
Quando: 08/05/2005 - 17:00 hs
Quem: TG com Nambrena e Criaturas + exposições, poesias, filmes e solidariedade
Onde: Associação dos Servidores da Previdência Social
Av. Comendador Franco S/N ao lado do supermercado Big das Torres
Curitiba (PR)
Quanto: R$ 5,00 mais um quilo de alimento



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